28.7.17

Dunkirk

Um filme experiência.



Em maio de 1940 os soldados britânicos estavam na praia de Dunkirk, no norte da França, esperando serem evacuados. Os alemães estavam atacando por todos os lados, principalmente terra e ar, e 400 mil homens estavam cercados. Britanicos, franceses e belgas já não estavam dando conta do cerco.

A praia rasa dificultava a chegada de navios maiores e ainda tinha os aviões da Luftwaffe atacando. O Churchill esperava recolher 30 mil homens, no máximo 45 mil. Os britânicos decidiram recrutar os barcos civis  e todos foram ajudar a resgatar os soldados. No fim 330 mil homens voltaram para casa.

O filme é sobre isso.

A Segunda Guerra estava apenas começando (entre Dunkirk e o Dia D teve uns 4 anos de muitas bombas, tiro e tragédia) mas poderia ter tido um desfecho muito diferente se os britânicos não tivessem conseguido evacuar tantos soldados naquela praia francesa em 1940.

Não é um filme com uma narrativa linear, nem com foco em um personagem específico. Temos terra, mar e ar e o que acontece nesses três ambientes na semana que durou a evacuação.

É tão bem feito (as cenas dos aviões são espetaculares) que você se sente dentro da guerra. É um filme para segurar nos braços da cadeira, virar o rosto algumas vezes e até se emocionar com a felicidade (ou alívio) dos soldados ao verem ajuda chegando.

É para ver no cinema, numa tela grande e com um som muito bom. A trilha sonora é sensacional, acompanha todas as cenas impecavelmente.

Eu gostei, Kenneth Branagh está maravilhoso, Tom Hardy prova que só precisa de olhos para atuar e até o Harry Styles mostra serviço.

A Tia Helô ia ficar tonta com as cenas no ar, mas acho que ela iria ficar orgulhosa do pessoal que foi lá buscar os soldados. 217 "Ai, Jesus!" para tanto tiro e bomba.

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